Provérbios de Salomão, filho de Davi, o rei de Israel. Para aprender a sabedoria e o ensino; para entender as palavras de inteligência; para obter o ensino do bom proceder, a justiça, o juízo e a equidade (Pv 1.1-3)
Rev. Hernandes Dias Lopes
Àquele lugar chamou Jacó Peniel, pois disse: Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva. Gênesis 32:30
Provérbios de Salomão, filho de Davi, o rei de Israel. Para aprender a sabedoria e o ensino; para entender as palavras de inteligência; para obter o ensino do bom proceder, a justiça, o juízo e a equidade (Pv 1.1-3)
Rev. Hernandes Dias Lopes
Aprouve ao Senhor nosso Deus neste dia 17 de agosto de 2020, chamar para si o amado irmão, pastor, amigo, etc. Luiz Ricardo.Neste momento, sentimos um misto de tristeza e alagria. Tristeza pela dor da saudade, da separação durante um período do do nosso irmão, mas ao mesmo tempo sentimos ALEGRIA por saberr que o nosso irmão pastor Luiz Ricardo voltou para a casa do Pai, sendo assim, só temos a agradecer a Deus por sua vida, dedicação e exemplo. Que o nosso bom Deus console e conforte a todos os seus familiares, amigos alunos e irmãos neste momento.
A vida do Rev. Luiz Ricardo marcou a vida de muitos irmãos e alunos do Curso de Preparação de Obreiros-CPO (Garanhuns-PE e Patrocínio-MG). durante estes anos que viveu entre nós. Eu tive o privilégio de lhe conhecer quando fui convidado por ele para assumir as aulas de Introdução ao Novo Testamento no CPO-IBN-Garanhuns-PE, uma vez que ele já tinha muitas atividades no CPO, desse período em diante nos tornamos não só colegas de ministérios, mas amigos e trabalhamos juntos no CPO-IBN. Louvo a Deus por sua vida de piedade, temor ao Senhor, conselheiro, amigo, etc. Na última vez que conversamos (4 de agosto de 2020), sobre a sua saúde e ministério pastoral.
Pr. Eli Vieira
Luiz Ricardo venceu! Por causa do nosso Senhor, ele venceu! Não mais sofre as dores da enfermidade, não precisa mais lutar contra o pecado que nos rodeia, não mais chora pelo mundo sem Deus ou pela Igreja que esfria na fé. Ele agora está com o lindo Jesus, de quem sempre dizia ser o Nome, mas agora frente a frente com Aquele que deu a vida para que agora Luiz Ricardo pudesse participar da glória eterna. Nossa história comum vem desde antes do casamento de meus pais, e a carona que Dr. Luiz deu para que chegassem em Santos para a Lua de Mel, passa pela sua alfabetização básica com minha mãe até gastarmos juntos os últimos 30 anos partilhando a alegria do ministério no CPO de Patrocínio e Garanhuns, para nos revermos sempre. Que dor no coração… Mas Deus o ama muito mais que todos nós juntos, e resolveu tomá-lo de volta para Si. Apenas gratidão a Deus por nos ter dado um amigo, irmão, conselheiro, pastor, pai durante estes anos. Nossa oração por Dr. Luiz, D. Mercedes e Cláudio! Deus seja louvado!
Pr. Carlos Eduardo Aranha Neto
FONTE: https://agrestepresbiteriano.com.br
"O HOMEM QUE SE PARECIA COM CRISTO!", UM DOS POUCOS QUE CABIA TÃO BEM A FRASE: SEDE MEUS IMITADORES, COMO TAMBÉM EU SOU DE CRISTO! (1 Co 11.1)
Uma das características dos nossos dias é a facilidade de obtermos informações. Há os livros, a televisão, a internet, a escola, cinema, música, etc. Todas essas mídias nos passam ideias, sugerem e promovem comportamentos. Então, no meio dessa cacofonia, de tanto ruído, como poderemos selecionar a informação que nos interessa, aquela que, recebida, nos orientará a um resultado desejável? Como separar a mentira da verdade? Você deve escolher quem serão os teus conselheiros, a quem você dará ouvidos, e responderá, enfim, por essa escolha. Por exemplo, escolha aqueles que dizem que não há Deus, e que você não precisa se preocupar com a ideia de pecado e culpa. Parece bom, você fica livre para agir como quiser. Mas, ao fim, descobrirá que, sem Deus, você já não sabe mais por que está vivo, que sentido sua vida faz. Ao contrário, se optar por tomar a Deus como conselheiro, e a Bíblia por sua bússola, sua vida será rica de sentido e objetivos, e abençoada com a certeza da vida eterna. Reflita sobre estas palavras.
Extraído do O Mensageiro - Deus Ama Você
“Restaura, Senhor, a nossa sorte,
como as torrentes do Neguebe” (Sl 126.4)
O Salmo 126 é um salmo pós-cativeiro. O salmista olha para o passado com gratidão ao relembrar a libertação realizada por Deus (v. 1-3), olha para o presente, com oração, reconhecendo a necessidade de restauração (v. 4), e olha para o futuro, com esperança, convicto de que toda semeadura, ainda que lágrimas, desembocará em colheita feliz e abundante (v. 5,6).
Destacamos aqui, apenas a perspectiva presentana, onde o clamor por restauração é um apelo veemente de alguém, que olha para o melhor do passado como medida mínima do que fará no presente e no futuro. Cinco lições podem ser derivadas do versículo em apreço:
Em primeiro lugar, as vitórias do passado não são garantias de sucesso no presente. Ao olhar para o passado, o salmista viu o livramento de Deus. Isso foi algo maior que o povo podia imaginar. Isso trouxe alegria a eles e impacto entre as nações. Essa libertação do cativeiro produziu neles profundo reconhecimento e efusiva alegria. Porém, agora, estão áridos como um deserto. Retornaram para a terra prometida, mas não estavam desfrutando de uma vida maiúscula. Estavam em Jerusalém, mas não estavam contemplando a face do Rei. As ataduras da servidão foram quebradas, mas não estavam desfrutando de vida abundante. Isso prova que as vitórias do passado não são garantias de êxito no presente. Todo o dia é dia de andarmos com Deus.
Em segundo lugar, a sequidão do presente não deve ser motivo de desânimo, mas de clamor a Deus. O Salmista orou: “Restaura, Senhor, a nossa sorte…”. Enfrentamos a carranca da crise não com murmuração, mas com clamor a Deus. Se Deus se apiedar de nós, nosso deserto pode florescer. Se ele se agradar de nós, nossos vales áridos se encherão de trigo e nossos desertos secos transbordarão de vinho. A crise deixa ser nossa sentença de morte, para ser o território de nossa busca pela face do Eterno.
Em terceiro lugar, a restauração não é obra humana, mas divina. O salmista pediu: “Restaura, Senhor, a nossa sorte…”. Não podemos restaurar a nós mesmos nem perdoar a nós mesmos. Não podemos terapeutizar nossas próprias feridas nem reavivarmos nosso próprio coração. É Deus quem nos restaura. Dele procede o nosso perdão e a nossa cura. Só ele pode nos reavivar, iluminando nossa mente e aquecendo nosso coração.
Em quarto lugar, a restauração não é fruto das mãos que obram, mas dos joelhos que se dobram. O salmista clamou: “Restaura, Senhor, a nossa sorte…”. A oração é a arma mais poderosa dos soldados de Cristo. A oração une a fraqueza humana à onipotência divina. Ela aliança o altar da terra com o trono do céu. A oração move o braço que move o mundo. Pela oração Deus nos restaura. Pela oração o fraco é fortalecido, a caído é levantado e a igreja apática é reavivada.
Em quinto lugar, a restauração não é uma conquista do homem, mas um milagre da graça de Deus. “Restaura, Senhor, a nossa sorte como as torrentes do Neguebe”. O Neguebe é o maior deserto da Judeia. Esse deserto é formado de montanhas rochosas e vales profundos. É um território inóspito e perigoso, que experimenta um fenômeno extraordinário. Ocasionalmente, correntes volumosas de água, descem dos morros alcantilados, rasgando as entranhas do deserto e por onde esses rios de vida passam, tudo floresce e frutifica. O salmista está orando e pedindo que Deus faça o mesmo em sua vida. Ele está clamando pelo mesmo milagre de restauração na história de Israel. Oh, que Deus nos restaure, nos reavive e transforme nossos desertos em oásis!
Rev. Hernandes Dias Lopes
FONTE: http://hernandesdiaslopes.com.br/restauracao-obra-de-deus-necessidade-da-igreja/
Leitura Bíblica: Salmo 101.1-8
Livrem-se de todos os males que vocês cometeram, busquem um coração novo e um espírito novo (Ez 18.31a).
Paulo escreveu que o pecado entrou no mundo por um homem (Rm 5). Isso aconteceu quando o ser humano quebrou seu relacionamento perfeito com Deus no jardim do Éden. Naquele momento, o mal criou raízes profundas na mente do homem. É dali que brotam toda a injustiça e maldade que se veem hoje, os vícios e a violência, mas também o egoísmo, a arrogância, a ganância, a mentira, a traição… Hoje em dia, as redes sociais contribuem para disseminar em poucos segundos o que acontece em qualquer lugar do mundo. São tantas as notícias que chegam sobre a maldade humana que, às vezes, ficamos desanimados. Como resolver isso? Seria possível arrancar esse mal do nosso coração e recuperar a paz que havia no início, quando homem, mulher e Deus viviam em harmonia total? Como restabelecê-la? Seria tão bom se todas as pessoas buscassem viver como o salmista declara na leitura bíblica de hoje, totalmente dedicadas ao Senhor. Certamente, as notícias que chegariam a nós seriam bem diferentes…
O grande problema é que a restauração desse relacionamento com Deus está fora do alcance do ser humano. Isso não se resolve com boas obras, sacrifícios (materiais ou humanos), objetos sagrados ou dinheiro. Não dá para comprar o perdão – ele tem de partir da parte ofendida, que precisa dá-lo de forma sincera. Por isso, Deus providenciou esse perdão: Jesus pagou o preço em nosso lugar, ao morrer na cruz, derramando o seu sangue. Só ele podia realizar esse milagre. Agora, basta crer que isso é suficiente para nos reconciliar com o Senhor e renovar nosso relacionamento com ele. Quem o faz, recebe também um coração novo, isto é, sua mente e suas emoções não são mais determinadas pela própria pessoa, mas pelo Espírito Santo, levando-a a repudiar o mal, a ter uma conduta íntegra e amar somente a Deus. – João Fernandes Garcia
Só Deus pode renovar o coração humano, arrancando os menores brotos de maldade enraizados nele.
A vida passa como um corredor veloz. É tão fugaz como a neblina que aparece e logo se dissipa. É frágil e passageira como uma flor que vic...