sexta-feira, 21 de março de 2025

A vida é curta e a morte é certa


 A vida passa como um corredor veloz. É tão fugaz como a neblina que aparece e logo se dissipa. É frágil e passageira como uma flor que viceja para em seguida murchar e secar. Nossos dias, por mais longos, são breves e cheios de dores. Nascemos chorando, vivemos regando a estrada da vida com nossas lágrimas e descemos à sepultura em meio às lágrimas. Mesmo que nos rendamos à ansiosa tentativa de estender nossos dias sobre a terra, não podemos acrescentar um côvado à nossa existência. Tudo passa rapidamente e nós voamos. Nossa passagem por este mundo não é apenas meteórica, mas, também, a lembrança de quem fomos e o que fizemos cai no esquecimento. Os troféus que ajuntamos enferrujam. As medalhas que lustramos cobrem-se de poeira. Nossos feitos mais nobres caem na vala do esquecimento. Não conseguimos sequer lembrar de nossos ancestrais. Não saberemos o nome de nossas tataravós. Nossos tetranetos também não se lembrarão de nós. Grandes nomes do passado, que ostentaram o cetro do poder e viveram sob os holofotes da fama foram apagados de nossa memória. Artistas, cantores, escritores e cientistas de renome do passado não são mais lembrados em nossa geração. Pregadores de escol, que alçaram sua voz eloquente em seu tempo, não são mais conhecidos em nosso tempo. Sim, a vida é curta e as memórias do passado vão se apagando como uma luz bruxuleante.

A vida não é apenas curta, mas, também, a morte é certa. A morte chega e chega para todos. Chega, às vezes, sem aviso prévio e coloca sua mão gelada sobre todos indistintamente. A morte nivela todos os homens. É o sinal de igualdade na equação da vida. Morrem os reis e os vassalos. Morrem os médicos e os pacientes. Morrem os ricos e os pobres. Morrem os doutos e os iletrados. Morrem os velhos e os jovens. Morrem os pios e os incréus. Não há medicina tão eficaz que nos livre da caçada da morte. Não há caverna tão profunda que a seta da morte não nos atinja.

A Bíblia diz que a morte é uma sentença divina. Deus disse ao homem transgressor: “Porque tu és pó e ao pó tornarás” (Gn 3.19). Diz ainda mais a Escritura: “Ao homem está ordenado morrer...” (Hb 9.27). Salomão, na ânsia de encontrar o sentido da vida, chega à dolorosa conclusão que morre tanto o sábio quanto o tolo (Ec 2.16). Nem a sabedoria nem a loucura mantém do lado de fora da porta essa inimiga assustadora. Podemos adquirir conhecimento, amealhar fortunas e alcançar o apogeu da glória humana, mas nada disso poderá nos esconder da morte. Certamente a vida é curta e a morte é certa.

Será, então, que a vida faz sentido? Será que a morte coloca um ponto final em nossa esperança? Debaixo do sol, a vida é uma corrida atrás do vento e a morte é o apagão das lembranças. Porém, em Cristo a vida é bela e a morte é bem-aventurança. A Escritura diz que Cristo é a nossa vida.  Ele veio para nos dar vida e vida em abundância. Nele temos a própria vida eterna. Para aquele que está em Cristo, a morte não é o fim trágico. Jesus arrancou o aguilhão da morte, matou a morte e ressuscitou, inaugurando a imoralidade. Ele é a ressurreição e a vida. Para aquele que está em Cristo, morrer é lucro, pois morrer é deixar o corpo e habitar com o Senhor. É partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. Aqueles que morrem no Senhor são bem-aventurados. Sua memória jamais será apagada, pois viveremos com Cristo por toda a eternidade, deleitar-nos-emos nele e reinaremos com ele, pelos séculos dos séculos.

Hoje podemos celebrar a vida sem medo da morte. Podemos alçar nossa voz e proclamar como Paulo, o paladino da fé: “Para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro” (Fp 1.21).

 Rev. Hernandes Dias Lopes

Fonte: www.hernandesdiaslopes.com.br

terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

Continue falando sobre Jesus!

Referência bíblica: Atos 5.17 - 21; 25 - 29; 41 - 42.

Numa entrevista, um músico seguidor de Jesus mencionou que houve um momento em que foi aconselhado a “parar de falar tanto sobre Jesus”. Por quê? Disseram que sua banda poderia ser mais famosa e conseguir mais dinheiro para obras de caridade, se ele parasse de dizer que seu trabalho era dedicado a Jesus. Após refletir bastante, ele decidiu: “Toda a minha música é para compartilhar minha fé em Cristo. Não posso me calar”. E reafirmou que a sua “ardente vocação” era compartilhar a mensagem de Jesus.

Os apóstolos receberam uma mensagem parecida e sob circunstâncias muito mais ameaçadoras. Eles haviam sido presos e libertados milagrosamente por um anjo, que lhes disse que continuassem contando a outros sobre sua nova vida em Cristo (Atos 5:19-20). Quando os líderes religiosos descobriram o ocorrido e que continuavam pregando, eles os reprimiram novamente dizendo: “Nós lhes ordenamos firmemente que nunca mais ensinassem em nome desse homem” (v.28).

A resposta foi: “Devemos obedecer a Deus antes de qualquer autoridade humana” (v.29). Os líderes mandaram açoitar apóstolos e ordenaram que não falassem mais em nome de Jesus (v.40), mas eles se alegraram por serem dignos de sofrer pelo nome de Jesus, e “todos os dias […] continuavam a ensinar e anunciar que Jesus é o Cristo” (v.42). Que Deus nos ajude a seguir este exemplo!

E todos os dias, […] continuavam a ensinar e anunciar que Jesus é o Cristo. v.42

• Reflita e ore comigo

Como você pode compartilhar com alguém sobre Jesus hoje?

Deus, obrigado pela vida de Tuas corajosas testemunhas. Dá-me coragem para seguir o exemplo deles.

Por: Alyson Kieda

FONTE: ministeriospaodiario.com.br

domingo, 19 de janeiro de 2025

DEUS PROTEGE NA ADVERSIDADE


 

“Inclina-me os ouvidos, livra-me depressa; sê o meu castelo forte, cidadela fortíssima que me salve.” (Salmo 31.2)


O Salmo 31 destaca atributos de Deus em momentos difíceis da vida de Davi. No começo, o rei clama pela proteção de Deus. A história mostra que armaram um laço contra Davi (v 4), ele estava sendo perseguido, atacado e acusado por erros que não tinha cometido. Os versículos iniciais apresentam um Davi assustado, porém, não desesperado; ele se entregou confiantemente a Deus. Não se associou com idólatras e nem cedeu às pressões dos pecadores que o acusavam, antes confiou plenamente em Deus.

Davi abriu o coração, clamou por socorro, e, porque confiou na proteção de Deus, antecipou a alegria pela vitória que o Senhor lhe daria. O comentarista bíblico norte-americano Warren Wiersbe disse: “O salmista declara sua confiança no Senhor e pede que Deus o livre e o defenda com base em sua justiça divina. Como o Deus justo pode permitir que os perversos prosperem e derrubem seu rei ungido?’’ Um golpe desses traria vergonha a Davi, fato que ele repete no versículo 17.

Como de costume, Davi suplica para que Deus interfira sem demora e que seja para ele uma rocha e uma fortaleza. O salmo, que é um clamor ao Senhor pedindo livramento, é também uma expressão sincera, verdadeira e confiante de louvor e adoração ao Senhor que protege mesmo na mais aguda e profunda adversidade.

Tags: cada dia
FONTE: ipb.org.br
Autor: Carlos Alberto Henrique 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Felizes e saciados


Referência bíblica: Isaías 58.6 - 12 

No auge do movimento pelos direitos civis nos EUA, na década de 1960, o Dr. Martin Luther King Jr. foi tragicamente assassinado. Apenas quatro dias depois, porém, sua esposa Coretta Scott King assumiu corajosamente o lugar do seu marido na liderança de uma marcha pacífica de protesto. Coretta tinha profunda paixão pela justiça e foi vitoriosa em muitas causas.

Jesus disse: “Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados” (Mateus 5:6). Sabemos que um dia Deus virá, trazendo justiça e corrigindo todo mal; no entanto, até lá, como Coretta o fez, também temos a oportunidade de promover a justiça de Deus e torná-la real neste mundo. Isaías ilustra com clareza o chamado de Deus para o Seu povo: soltar os que foram injustamente presos, libertar os oprimidos, repartir o alimento com os famintos, oferecer abrigo a quem não tem, dar roupas a quem precisa e não se esconder de quem carece de ajuda (58:6-7).

Buscando justiça para os oprimidos e marginalizados, demonstramos a presença de Deus em nós. Isaías escreveu que o povo de Deus, quando busca justiça, é como a luz da aurora e traz cura para si e para os outros (v.8).

Que Deus nos ajude hoje a cultivar a fome e a sede de Sua justiça neste mundo. A Bíblia nos diz que, ao buscarmos a justiça de Deus, em Sua maneira e poder, seremos satisfeitos.

Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados. Mateus 5:6

• Reflita e ore comigo

Qual injustiça chama sua atenção? Como você pode praticar o que é justo e correto hoje?

Dá-me fome de justiça, Deus. Ajuda-me a ser parte de Tua obra ao fazer o que é certo.

Por: Karen Pimpo.

FONTE: ministeriospaodiario.org

Contribua com esse ministério visite a página na internet e conheça mais do ministeriospaodiario.org. Jesus abençoe a sua vida!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

A lista vermelha: veja os 5 países mais letais para um cristão viver

Soldados do Boko Haram


A Nigéria foi identificada como o país mais letal para os cristãos, superando a Coreia do Norte, conforme apontado pela “Lista Vermelha de 2025” da missão Global Christian Relief, divulgada em 7 de janeiro.

O relatório classifica os países mais perigosos para cristãos e se baseia em dados sobre assassinatos, prisões, deslocamentos forçados e ataques à propriedade.

Nos últimos dois anos, a Nigéria tornou-se o local mais hostil para os cristãos, com quase 10 mil mortes registradas, atribuídas principalmente à atuação de grupos terroristas como Boko Haram e afiliados do Estado Islâmico.

Outros países africanos ocupam as quatro primeiras posições na lista, incluindo República Democrática do Congo, Moçambique e Etiópia, enquanto a Rússia aparece em 5º lugar.

A Índia destacou-se pelo maior número de ataques a residências e igrejas cristãs, frequentemente realizados por grupos nacionalistas hindus que têm como alvo comunidades minoritárias.

Segundo Brian Orme, presidente-executivo interino da Global Christian Relief, apesar da violência em países como Nigéria, China e Índia, as comunidades cristãs continuam demonstrando resiliência. “Mesmo nas circunstâncias mais sombrias, a Igreja não apenas sobrevive, mas se fortalece — milhões estão escolhendo seguir Jesus, apesar dos riscos”, afirmou.

Em 2023, o Azerbaijão foi cenário do maior deslocamento forçado de cristãos no mundo, quando militares obrigaram toda a população cristã de Nagorno-Karabakh a fugir. A China liderou em prisões de cristãos, com mais de 1.500 casos, superando em mil a segunda maior contagem, registrada na Eritreia, com 475 prisioneiros. A Coreia do Norte, embora com dados limitados devido ao regime totalitário, aparece em 5º lugar em prisões.

A metodologia da “Lista Vermelha” utiliza dados do Violent Incidents Database, mantido pelo International Institute for Religious Freedom, que compila informações verificadas por entrevistas de campo, parceiros de pesquisa e relatos documentados.

Ron Boyd-MacMillan, chefe de pesquisa e estratégia da Global Christian Relief, destacou a importância da advocacia global no combate à violência contra cristãos. “Falar por mais liberdade tem um efeito poderoso, e já vimos isso várias vezes. Nossa esperança é que as administrações e as pessoas ao redor do mundo se unam a nós na defesa dos perseguidos”, afirmou.

O relatório enfatiza que os dados coletados não apenas evidenciam as ameaças enfrentadas por cristãos em várias regiões, mas também orientam o direcionamento de apoio para essas comunidades.

FONTE: noticias.gospelmais.com

Ainda felicitações de ano novo

     Graça e paz da parte de Deus, nosso Senhor e do Seu Filho Senhor e Salvador de nossas vidas a todos aqueles que se encontram sob o Seu jugo. Desde já que o bondoso mestre Jesus conceda a todos um ano pleno em realizações e vitórias nEle. Uma sede cada vez maior do pleno conhecimento e intimidade com Ele. A Palavra de Deus seja cada vez mais a sua bússola, a luz que guie os seus passos e da sua mente, que o seu coração seja preenchido cada vez mais de Deus. Que cada um de nós sejamos sempre gratos a Deus. 

Em Cristo, Jr. Lins.



sábado, 21 de dezembro de 2024

João Calvino: Síntese Biográfica


 1509: João Calvino nasceu em Noyon, nordeste da França, no dia 10 de julho. Seu pai, Gérard Cauvin, era advogado dos religiosos e secretário do bispo local. Sua mãe, Jeanne Lefranc, faleceu quando ele tinha cinco ou seis anos de idade. Por alguns anos, o menino conviveu e estudou com os filhos das famílias aristocráticas locais. Aos 12 anos, recebeu um benefício eclesiástico, cuja renda serviu-lhe como bolsa de estudos.

1523: Calvino foi residir em Paris, onde estudou latim e humanidades no Collège de la Marche e teologia no Collège de Montaigu. Em 1528, iniciou seus estudos jurídicos, primeiro em Orléans e depois em Bourges, onde também estudou grego com o erudito luterano Melchior Wolmar. Com a morte do pai em 1531, retornou a Paris e dedicou-se ao seu interesse predileto – a literatura clássica. No ano seguinte, publicou um comentário sobre o tratado de Lúcio Enéias Sêneca De Clementia.

1533: converteu-se à fé evangélica, provavelmente sob a influência do seu primo Robert Olivétan. No final desse ano, teve de fugir de Paris sob acusação de ser o co-autor de um discurso simpático aos protestantes, proferido por Nicholas Cop, o novo reitor da universidade. Refugiou-se na casa de um amigo em Angoulême, onde começou a escrever a sua principal obra teológica. Em 1534, voltou a Noyon e renunciou ao benefício eclesiástico. Escreveu o prefácio do Novo Testamento traduzido para o francês por Olivétan (1535).

1536: no mês de março foi publicada em Basiléia a primeira edição da Instituição da Religião Cristã (ou Institutas), introduzida por uma carta ao rei Francisco I da França contendo um apelo em favor dos evangélicos perseguidos. Alguns meses mais tarde, Calvino dirigia-se para Estrasburgo quando teve de fazer um desvio em virtude de manobras militares. Ao pernoitar em Genebra, o reformador suíço Guilherme Farel o convenceu a ajudá-lo naquela cidade, que apenas dois meses antes abraçara a Reforma Protestante (21-05). Logo, os dois líderes entraram em conflito com as autoridades civis de Genebra acerca de questões eclesiásticas (disciplina, adesão à confissão de fé e práticas litúrgicas), sendo expulsos da cidade.

1538: Calvino foi para Estrasburgo, onde residia o reformador Martin Bucer, e ali passou os três aos mais felizes da sua vida (1538-41). Pastoreou uma pequena igreja de refugiados franceses; lecionou em uma escola que serviria de modelo para a futura Academia de Genebra; participou de conferências que visavam aproximar protestantes e católicos. Escreveu amplamente: uma edição inteiramente revista das Institutas (1539), sua primeira tradução francesa (1541), um comentário da Epístola aos Romanos, a Resposta a Sadoleto (uma apologia da fé reformada) e outras obras. Em 1540, Calvino casou-se com uma de sua paroquianas, a viúva Idelette de Bure. Seu colega Farel oficiou a cerimônia.

1541: por volta da ocasião em que Calvino escreveu a sua Resposta a Sadoleto, o governo municipal de Genebra passou a ser controlado por amigos seus, que o convidaram a voltar. Após alguns meses de relutância, Calvino retornou à cidade no dia 13 de setembro de 1541 e foi nomeado pastor da antiga catedral de Saint Pierre. Logo em seguida, escreveu uma constituição para a igreja reformada de Genebra (as célebres Ordenanças Eclesiásticas), uma nova liturgia e um novo catecismo, que foram logo aprovados pelas autoridades civis. Nas Ordenanças, Calvino prescreveu quatro ofícios para a igreja: pastores, mestres, presbíteros e diáconos. Os dois primeiros constituíam a Venerável Companhia e os pastores e presbíteros formavam o controvertido Consistório.

Por causa de seu esforço em fazer da dissoluta Genebra uma cidade cristã, durante catorze anos (1541-55) Calvino travou grandes lutas com as autoridades e algumas famílias influentes (os “libertinos”). Nesse período, ele também enfrentou alguns adversários teológicos, o mais famoso de todos sendo o médico espanhol Miguel Serveto, que negava a doutrina da Trindade. Depois da fugir da Inquisição, Serveto foi parar em Genebra, onde acabou julgado e executado na fogueira em 1553. A participação de Calvino nesse episódio, ainda que compreensível à luz das circunstâncias da época, é triste mancha na biografia do grande reformador, mais tarde lamentada por seus seguidores.

1548: nesse ano ocorreu o falecimento de Idelette e Calvino nunca mais tornou a casar-se. O único filho que tiveram morreu ainda na infância. Não obstante, Calvino não ficou inteiramente só. Tinha muitos amigos, inclusive em outras regiões de Europa, com os quais trocava volumosa correspondência. Graças à sua liderança, Genebra tornou-se famosa e atraiu refugiados religiosos de todo o continente. Ao regressarem a seus países de origem, essas pessoas ampliaram ainda mais a influência de Calvino.

1555: os partidários de Calvino finalmente derrotaram os “libertinos.” Os conselhos municipais passaram a ser constituídos de homens que o apoiavam. Embora não tenha ocupado nenhum cargo governamental, Calvino exerceu enorme influência sobre a comunidade, não somente no aspecto moral e eclesiástico, mas em outras áreas. Ele ajudou a tornar mais humanas as leis da cidade, contribuiu para a criação de um sistema educacional acessível a todos e incentivou a formação de importantes entidades assistenciais como um hospital para carentes e um fundo de assistência aos estrangeiros pobres.

1559: nesse ano marcante, ocorreram vários eventos significativos. Calvino finalmente tornou-se um cidadão da sua cidade adotiva. Foi inaugurada a Academia de Genebra, embrião da futura universidade, destinada primordialmente à preparação de pastores reformados. No mesmo ano, Calvino publicou a última edição das Institutas. Ao longo desses anos, embora estivesse constantemente enfermo, desenvolveu intensa atividade como pastor, pregador, administrador, professor e escritor.

1564: João Calvino faleceu com quase 55 anos em 27 de maio de 1564. A seu pedido, foi sepultado discretamente em um local desconhecido, pois não queria que nada, inclusive possíveis homenagens póstumas à sua pessoa, obscurecesse a glória de Deus. Um dos emblemas que aparecem nas obras do reformador mostra uma mão segurando um coração e as palavras latinas “Cor meum tibi offero Domine, prompte et sincere” (O meu coração te ofereço, ó Senhor, de modo pronto e sincero).

POR 

FONTE: monergismo.com

A vida é curta e a morte é certa

  A vida passa como um corredor veloz. É tão fugaz como a neblina que aparece e logo se dissipa. É frágil e passageira como uma flor que vic...